Cinco áreas da internet que você deve dominar

O "Blog da Caixa" vem publicando algumas matérias muito importante para o Microempreendedor. Este artigo traz informações de como a internet pode ajudar no sucesso de seu negócio.


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Você já deve estar cansado de ouvir que precisa investir mais em internet. Pode parecer só mais uma sarna para se coçar, em meio a tantas coisas para fazer no dia a dia do seu negócio, mas acredite: não dá mais para adiar. Para um empreendedor, internet hoje em dia é como imposto. Você pode até não pagar uma Darf que não vai acontecer nada amanhã. Não é como luz ou telefone, que são implacavelmente cortados. Não vai aparecer no dia seguinte nenhum cobrador ou oficial de justiça, e o seu nome também não vai ser protestado em cartório no mês que vem. Mas lá na frente, o preço a pagar poderá ser devastador para a sua empresa.



“Estar presente na internet não é mais opcional”, garante o gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft, Maurício Ferreira. Na quinta reportagem da série Soluções de Sucesso, ele aborda com exclusividade para o Empreendedores as áreas essenciais da internet em que todo e qualquer dono de uma pequena empresa precisa atuar. Por isso, leia os cinco itens a seguir e confira se você está no caminho certo.
Um site, é claro
Ter um site é o primeiro passo. Muitas pequenas empresas já têm. O problema é que frequentemente esses sites não passam de um cartão de visitas na tela do computador, que não atrai o interesse de ninguém. Afinal, quem entra em um site apenas para ler “quem somos”? Isso acontece porque geralmente o empresário se sente apenas na obrigação de dizer que está na Web, tenta economizar e pede ajuda para aquele sobrinho que “manja muito de computador” fazer o site. Esse tempo acabou. É preciso ser profissional e oferecer conteúdo para que a visita ao site valha a pena tanto quanto entrar na sua loja. Quanto mais tempo ele ficar, mais chances de ele comprar.
“Hoje em dia, muitas pessoas podem até não fazer uma aquisição pela internet, mas todos a procuram antes de tomar a decisão”, explica Ferreira. Fazer um site profissional, no entanto, não quer dizer que ele deva ser complexo, cheio de efeitos especiais. “Seja simples, porém eficiente”, aconselha o especialista da Microsoft. Ele afirma que quanto mais complicado a ferramenta, mais difícil atualizar o site e mais dependente o empreendedor fica de um técnico. “Às vezes, pode demorar dias ou semanas para mudar o preço de um produto ou fazer uma promoção, porque o empresário não consegue fazer sozinho”, exemplifica Ferreira.
Loja virtual
Que é cada vez maior o número de brasileiros que fazem suas compras pela internet, todo empreendedor já sabe. Mas por que, então, apenas 20% das transações online são geradas por micro e pequenas empresas? Afinal, elas representam 98% de todas as companhias do país e respondem por mais da metade dos empregos formais. Algo não bate nessa conta. Um dos motivos parece ser a percepção de que o custo de uma loja virtual e a complexidade técnica de algo tão novo afugentam os empreendedores. De fato, isso é verdade. Só que esse é um caminho que não tem mais volta. Se você não planejar e investir nisso, vai ser como aquela Darf não paga.
Ferreira tem um ótimo argumento. “Na internet, sua loja tem o tamanho do monitor do seu cliente”, diz ele. “E ela é tão grande quanto a de uma multinacional.” Segundo ele, isso confere ao pequeno negócio condições de igualdade com a concorrência, pois nela cabem o mesmo número de consumidores. “Se você é bom no que faz e quer ampliar sua empresa, a plataforma online é o jeito mais eficiente”, diz ele. “E com apenas uma loja a mais.” Ferreira afirma, porém, que é preciso tomar cuidado com dois pontos essenciais. A primeira é a segurança. É absolutamente imprescindível certificar-se de que seu sistema garanta a segurança da transação, para você e para o consumidor. A segunda é logística. De nada adianta fazer uma venda se o produto não chega ou atrasa demais. “Pior do que cobrar o frete do consumidor, é não entregar”, alerta Ferreira. “Por isso, um bom parceiro logístico é fundamental.”
O boca-a-boca das mídias sociais
Se a sua loja é virtual, em que rua ela fica? Bem, rua em internetês é http. O que vem depois é seu endereço. Mas onde quer que seu comércio eletrônico esteja instalado, sua rua cruza ou é paralela das Avenidas Facebook, Twitter, Messenger, Orkut e está perto da nova Praça Google+. É por essas vias que seus clientes passam todos os dias. Sim, é outro mundo. Nelas cabem centenas de milhões de pessoas. E, ao mesmo tempo, tem o tamanho da tela do seu computador.
Deu para entender por que você tem que usar as chamadas redes sociais? É o mais poderoso boca-a-boca que já existiu. “Essas ferramentas integram as pessoas e fazem com que elas sejam os maiores divulgadores do seu serviço ou produto”, afirma Ferreira. Segundo ele, antes o marketing estava nas mãos do empresário. Hoje quem faz é o consumidor. “Você pode ter 20 mil seguidores no Twitter, mas um deles pode ter 100 mil”, diz ele, exemplificando o efeito-dominó que a opinião de um cliente pode gerar. É incontrolável e infinito. Ferreira recomenda, porém, não começar com todas as mídias sociais ao mesmo tempo, e ir aprendendo a tirar proveito delas aos poucos.
Você sabe o que é SEO?
Se você nunca ouviu falar dessas três letrinhas, não fique chateado. Você não está sozinho. Em português claro, essa sigla em inglês representa a técnica de como fazer um site aparecer com mais destaque nas ferramentas de busca, como o Google. E isso é mais um trabalho para você. Muitos empreendedores se queixam de que fizeram tudo direitinho: um site simples e eficiente, um comércio eletrônico seguro e pontual, e muitas horas nas mídias sociais. Mesmo assim, o número de acessos ao seu site é menor do que esperava. Por quê?
Porque, de cada quatro acessos a qualquer site brasileiro, em média três deles vêm de ferramentas de busca. Ou seja, sua empresa na internet pode ser muito boa, mas você poderia aumentar muito mais o número de cliques no seu site se sua empresa aparecesse na primeira página das pesquisas que as pessoas fazem. Afinal, se você mal passa da primeira página quando faz uma pesquisa, por que seu cliente faria? Por isso, sua empresa tem que aparecer na frente das outras.
E isso se faz com SEO, algo que você pode fazer sozinho, fuçando em ferramentas como o Google Analytics, mas pode contratar empresas especializadas, como a Mint ou a Gabbay. Você vai aprender que não se escreve em um site o que se gostaria, mas o que as pessoas estão digitando ao fazer suas buscas. Nesse aspecto, o cliente sempre tem razão. Por isso, agradeça aquele sobrinho que “manja muito de computador”, dê um presente para ele, esqueça sua opinião e escreva o que o seu cliente está procurando.
Computação na nuvem
Tudo que você leu até agora estava direcionado a como cativar clientes. Mas a internet não é – e nunca foi – só para isso. Quanto mais rápidas ficam as conexões, mais lógico se torna usá-la para tudo. Assim, nasceram naturalmente os serviços online. Não tem coisa melhor que receber um e-mail no trabalho e respondê-lo em casa ou em uma viagem sem precisar levar o computador? É o que se faz há anos com o Hotmail ou com o Gmail, e nunca ninguém se dá conta, tão natural e confortável que é.
O mesmo se faz hoje em dia com todo o resto, e serviços online ou computação na nuvem são sinônimos. Em vez de comprar programas (ou pirateá-los, que é uma prática contumaz no Brasil), é possível alugá-los online. “É mais difícil para pequenas empresas investir em softwares, mas há soluções a partir de 10 dólares por mês, e algumas são grátis”, diz Ferreira.
Nada fica instalado no seu computador, e tudo funciona desde que haja uma conexão com a internet. “Estamos em uma fase de desburocratização de tecnologia”, afirma ele, que cita a própria Microsoft como geradora de vários serviços de gestão de relacionamento com o cliente, o chamado CRM ou de segurança e gerenciamento do computador. Você pode até ter uma intranet assim, que pode ser acessada de qualquer lugar, o que pode e vai fazer de sua fábrica, escritório ou loja um lugar mais lucrativo, seguro e inovador.
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44 sites selecionados para crianças

A conceituada revista da Editora Abril, Educar Para Crescer, publicou em seu website a matéria "44 sites que divertem e ensinam". O conteúdo dos sites sugeridos foram avaliados por educadores, o que torna uma seleção de qualidade. Acesse o artigo, vale a pena. 
É muito importante que os pais estejam acompanhando os seus filhos na hora do uso da internet. Brincar com eles, com o computador, não só fortalece o relacionamento de entre pais-filhos, como também cria a oportunidade dos pais orientarem seus filhos no uso da Internet. O uso orientado do computador e da internet é a melhor maneira para educar seus filhos. 

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5 Razões para as empresas participarem das Mídias Sociais


Para entender o que é um blog corporativo é preciso compreender primeiro a natureza do blog. O weblog, também conhecido como blog, nada mais é do que um site que tem conteúdo escrito por um blogueiro, que posta pensamentos e idéias sobre os mais diversos assuntos. O blog é um meio de comunicação que permite que seus leitores comentem sobre o que está escrito.

Como os blogs têm um tom autêntico e honesto, espera-se que os blogs corporativos também tenham essas características. Os leitores de blogs esperam esse tom pessoal e autêntico nos blogs de empresas.

Estas páginas são abertas, portanto, permitem que você coloque sua opinião e interaja com seus clientes, que também podem lhe dizer exatamente o que estão pensando. Ele irá oferecer a você um meio de serelacionar com seu público alvo.

Resumidamente, o blog corporativo pode ajudá-lo a ter uma conversa honesta com seus clientes e descobrir o que eles estão pensando, construir um relacionamento com eles e compartilhar o conhecimento da sua empresa.

Caso ainda não tenha se convencido a criar um blog para sua organização, leia abaixo os principais motivos pelos quais uma empresa deve blogar:

  • Relacionamento com os clientes – O blog permite que você tenha uma conversa honesta com seus clientes;
  • Sites de busca – O blog aumentará sua presença nos sites de busca, como o Google, e trará mais audiência para seu site;
  • Diferencial – O blog possibilita que você se destaque da concorrência ao deixar a empresa mais humana;
  • Mídia – Os jornalistas encontrarão mais facilmente sua empresa;
  • Reputação – O blog permite que você gerencie sua reputação online.
Caso você lembre de mais algum motivo pelo qual uma empresa deve blogar, encaminhe um comentário pra gente!

De acordo com um estudos da Siemens Enterprise Communications e do Yankee Group sobre a importância das mídias sociais na comunicação entre empresas e clientes, 70% dos consumidores gostariam de interagir com empresas via mídias sociais. Além disso, a pesquisa mostrou que 1/3 das organizações não se preocupam com políticas internas de utilização de redes sociais, não permitem o uso desses meios no trabalho e não monitoram a participação de funcionários nas redes sociais.

O que todos estes dados significam? Que empresas e mídias sociais combinam. A conclusão da pesquisa foi justamente que as corporações estão perdendo oportunidades neste meio, por isso separamos 5 razões para as empresas participarem das mídias sociais:

  1. Interação e compartilhamento. Uma das principais funções das mídias sociais é permitir a interação entre os usuários e o compartilhamento das mais variadas informações. Se a empresa se preocupa com o cliente, estas ferramentas são uma forma de conseguir um relacionamento mais próximo e informal com seu público-alvo. A própria pesquisa informa que os usuários buscam suporte, atendimento e informações sobre empresas por meio das mídias sociais.        
  2. Monitoramento. De acordo com uma pesquisa feita pelo Ibope, o Brasil está entre os 10 países que mais acessam redes sociais, são quase 90% de usuários. As pessoas falam sobre sua marca, de forma positiva ou negativa, esses internautas comentam sobre seu produto, o que fazer? Monitorar, saiba “ouvir” o que falam sobre seu produto, participe das conversas e tome as atitudes corretas quando for necessário.
  3. Marketing. As mídias sociais permitem diversas ações para promover sua empresa, principalmente pela capacidade de gerar um boca a boca muito mais rápido que uma ação off-line, por exemplo. Além disso, nada melhor do que ter um cliente ou consumidor satisfeito promovendo sua marca na web, melhor propaganda que esta, não existe.    
  4. Comunicação interna. Mídias sociais podem ser aproveitadas para estratégias tanto com o público externo, quanto interno, da mesma forma que consumidores estão nas redes sociais, seus funcionários também estão. Não adianta proibi-los de utilizar esses tipos de site, então por que não incentivá-los a usar a rede de forma positiva e consciente? Fica a dica.           
  5. Credibilidade. Uma empresa que utiliza as mídias sociais para falar abertamente com seus clientes pode ter mais credibilidade do que outra que utiliza uma comunicação 1.0, na qual somente ela fala e seu público escuta. É claro que as mídias sociais não são as soluções  de todos os problemas, o ideal é promover a comunicação integrada com ações online e off-line e não esquecer de incluir as mídias sociaisno planejamento da organização.

Existem mais diversas formas das organizações usarem mídias sociais, aqui listei apenas algumas que considero importantes, se você possui algum outro motivo, fique a vontade para deixar seu comentário e colaborar com o post.
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Especialista fala sobre a influência da tecnologia na Geração Y


O escritor, pesquisador, palestrante e consultor especializado na cultura digital, Web 2.0 e Geração Internet, Don Tapscott fala sobre os jovens nascidos depois dos anos 80 e que são considerados os verdadeiros nativos digitais. Nesta entrevista são discutidos temas interessantes, a Geração Y e como estamos entrando na era da colaboração, todas essas mudanças sendo norteadas pela internet.


Tapscott definiu a chamada Geração Y, como a responsável por uma mudança sem precedentes na economia e no comportamento global. Essa geração chega agora ao mercado de trabalho e promoverá um movimento de transparência nas corporações sem similar. E ainda afirma "As empresas estão nuas", porque não estão se preparando para se comunicar e interagir para esta Geração de consumidores. 


Velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses são alguns dos principais valores prezados pelos Ys. Esses valores se confundem com a própria forma pós-moderna que os jovens tem de viver. É uma geração com grandes e opostos interesses, valorizam a liberdade, mas buscam e testam limites; são liberais para o consumo e novidades, mas conservadores sociais; pensam em trabalho como meio de ganhar dinheiro, mas desconhecem planos de carreira; trabalho é remuneração, mas buscam o reconhecimento rápido; pensam no aqui e no agora, mas querem oportunidades futuras; amam a internet e a tecnologia, mas não gostam da impessoalidade do atendimento eletrônico ou via e-mail.


Parte 01



Parte 02



No que diz respeito ao consumo, a máxima corrente é a que consumir é melhor do que ostentar marcas. “Talvez por estarem fortemente ligados ao consumo, os Ys acabam por se relacionar de um modo menos ostensivo com as marcas em geral. Não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa”, afirma Renato Trindade, coordenador da Bridge Research, acrescentando que em roupas, o importante é vestir bem e ser de boa qualidade.

E essa nossa geração é assim mesmo. Cheia de dúvidas, mas confiante. Enquanto trabalha firme pra garantir o futuro, acessa blogs, dá umas twittadas, conversa com os amigos e fecha negócios com apenas um clique, tudo na mesma janela, ao mesmo tempo. É o mundo personalizado que se molda as modas de quem vai fazer acontecer.

Veja mais características no infográfico da Hay Group.



A Geração Y é empreendedora, é o que confirma pesquisa da Global Entrepreneuriship Monitor (GEM), sobre a evolução do empreendedorismo no Brasil, divulgada recentemente pelo SEBRAE se constata que o número de negócios com até 3 meses de atividade cresceu 97% em relação a 2008, quando apenas 2,93% da população adulta tocava empreendimentos. Em 2009 a taxa subiu para 5,78% sendo que 52,5% destes novos empreendedores estão entre 18 e 34 anos de idade! A pesquisa é coordenada com participação de institutos como o London Business School e o Babson College e o Brasil participa pela décima vez deste monitoramento mundial. Veja aqui a pesquisa.


A Geração Y na liderança das empresas é um fato irreversível. Temos que nos adaptar à realidade e aprender a lidar com a situação. Até mesmo porque  o perfil deste grupo não é nada homogêneo e qualquer generalização acaba sendo sempre muito injusta. O que fazer então? Investir tempo para aprender a lidar com ela é um grande passo.


O mapeamento em profundidade feito entre estudantes de administração de várias IES mostra também que o perfil não é homogêneo e esta geração consegue ser dividida em perfis distintos, conforme a visão que tem sobre a vida e o trabalho: engajados, preocupados, céticos e desapegados. Segundo Lúcia Oliveira,  que coordenou a pesquisa"...esses jovens, por serem altamente tecnológicos têm uma relação com a comunicação diferente da geração anterior ... conseguem ver televisão, trabalhar no computador, conversar no MSN... e ainda ouvir uma musiquinha. Essa característica, as gerações anteriores não tem".


Os jovens nascidos nos anos 80 e 90, contemporâneos da revolução digital e conhecidos como Geração Y, são inquietos e querem crescer rápido na carreira. São especialistas em lidar com tecnologia, usam mídias sociais com facilidade, sabem trabalhar em rede e estão sempre conectados. Mas se preocupam com o mercado de trabalho altamente competitivo e buscam cada vez mais a formação superior e o ingresso na carreira pública como passaporte para a estabilidade profissional.
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Blog da escola: por que vale a pena ter um

Ferramenta do mundo virtual, o blog é um recurso simples de
criar e eficaz para compartilhar as ações pedagógicas

Blog, posts, comentários, links... Para quem não é familiarizado com o assunto, esses termos podem soar estranhos. É verdade que eles se tornaram populares há menos de dez anos, mas basta fazer uma pesquisa rápida na internet - digite em sites de busca as palavras "blog" e "escola" - para constatar que a lista de resultados é enorme. 

Essa ferramenta do mundo virtual pode ser muito útil para a equipe gestora divulgar o projeto político-pedagógico, ampliar a discussão de conteúdos trabalhados em sala de aula e valorizar, para a comunidade, a produção dos alunos. Além do mais, ela permite interagir com outras instituições.

Atividade de sala de aula recebe comentários na internet 

Reunir a equipe gestora e os professores para pensar em como aproveitar esse recurso, tanto no ensino das disciplinas como na divulgação dos projetos institucionais, pode ser o pontapé inicial para envolver todos com o universo online.

Por exemplo, uma escola pode publicar no blog um projeto sobre valores e ética na sala de aula e ser publicado no blog da escola. Então, no blog, os alunos podem fazer seus comentários e enriquecer o conteúdo. Em seguida, postarem essas conclusões no blog, juntamente com fotos das equipes, dos trabalhos realizados e outras.

Ampla rede de contatos e troca permanente de experiências

A equipe gestora também pode conseguir, por meio do blog, valiosos parceiros que dificilmente colaborariam se não fosse a internet - como universidades, organizações não governamentais (ONGs) e pesquisadores da área de Educação. De maneira rápida e sem burocracia, é possível que eles ajudem a alimentar a página publicando textos e comentários e dando dicas de cursos de formação, por exemplo.

Vale também ter, na página inicial, endereços eletrônicos de outras escolas com boas práticas educacionais para manter contato e trocar experiências. Também pode manter o LINK para os sites das principais universidades, de professores e até de outros sites de conteúdo curricular.

 

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A Geração Interativa na era digital



Novas tecnologias, novos modos de ensinar, novos modos de aprender

Nos últimos anos assistimos a uma generalização do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação em todos os âmbitos da sociedade. Todos podemos notar pessoalmente, em nosso trabalho e em nosso modo de nos relacionar com os demais, o impacto desses aparelhos. Mas existe uma faixa etária onde esta influência é patente e se manifesta de um modo que os adultos custam entender: as crianças, os adolescentes e os jovens. Eles se familiarizaram imediatamente com as tecnologias que, para os que têm a responsabilidade de educá-los e formá-los, ainda são grandes desconhecidas. Este fato estabelece importantes desafios que começam no conhecimento de como se está configurando esta Geração Interativa.

Contudo, este desafio não é novo. Nos anos 50 outra tela revolucionou a sociedade do mesmo modo: a televisão. Porém, a televisão demorou quase vinte anos para chegar às casas e outros anos mais para se transformar em objeto de estudo preferente. Ainda hoje propõe numerosos dilemas para legisladores e estudiosos.

No despontar do século XXI, as novas telas abrem uma nova revolução que, ao contrário da anterior, transcorreu de forma muito mais rápida. Atraiu o público jovem desde o princípio e gerou problemas e oportunidades até então desconhecidos. E a geração televisiva de atuar sobre uma geração diferente, que cresceu em um contexto social, cultural e educacional muito distinto, e que, da mesma forma que as mídias interativas, não é linear e não responde a esquemas já conhecidos.

Por isso, precisamos refletir e considerar quais são as características que identificam a Geração Interativa.

Nos últimos anos assistimos a uma supremacia dos dispositivos eletrônicos. As Tecnologias da Informação e Comunicação permitiram que o mundo ficasse muito menor, e se tornaram arte e parte da globalização. De um lado, o processo foi facilitado e acelerado ao permitir acesso instantâneo e fácil à informação sobre o que está acontecendo em qualquer lugar do mundo, diluindo assim as fronteiras. De outro lado, transformaram-se em um fator a mais da globalização: ter um telefone celular ou estar conectado à internet, ter acesso a determinados conteúdos na rede, nos transforma em parte da sociedade globalizada, nos iguala e nos uniformiza com milhões de pessoas de qualquer parte do mundo. Hoje somos temos a consciência de que somos cidadãos globais.

É evidente que a Geração Interativa possui grande fascínio e atração pela tecnologia, independentemente de sua situação geográfica. Estas crianças e jovens têm em comum um grau significativo de posse e uso das Tecnologias da Informação e Comunicação, saltando não apenas as diferenças por países ou fronteiras, mas as próprias diferenças culturais e socioeconômicas. Independentemente de que um adolescente do primeiro mundo tenha maiores recursos econômicos para adquirir um celular de última geração, uma conexão à internet de alta velocidade ou uma coleção de videogames mais numerosa, seu grau de coincidência com um adolescente de um país em desenvolvimento, no que se refere à disposição ao uso da tecnologia, é altíssimo.

Para esta Geração Interativa, e cada vez mais para o mundo inteiro, o acesso a estes dispositivos se transforma em um bem clássico, de primeira necessidade. Portanto, sem pretextos. Este fato permite falar de uma afinidade especial das novas tecnologias com este público infantil e juvenil, afinidade entendida como um grau de penetração superior neste público se comparado com o total da população. Qualquer um, órgão público, instituição, escola ou empresa, que estiver interessado em se dirigir a geração, deverá levar em consideração estes meios tecnológicos para ser escutado.

Abaixo destacamos alguns tópicos de uma ampla pesquisa feita pelas entidades EducaRed, Grupo Telefônica e Universidade da Navarra, no projeto “Gerações Interativas na Ibero-América, desafios ducacionais e sociais”.


Uma geração equipada

A possibilidade de acesso à internet em casa requer a existência prévia de um computador pessoal. No Brasil, uma pesquisa revelou que a maioria das crianças e adolescentes, 65%, possuem computador em casa. Este fato contribui uma revolução cultural, social e comportamental desta geração digital.

Internet: experiência compartilhada?

Após mais de meio século de experiência televisiva e, apesar do constante aumento de aparelhos por casa, muitos deles no próprio quarto das crianças – assistir à televisão continua sendo uma experiência basicamente gregária. Isso é o que indica a natureza desta mídia e os resultados dos diferentes sistemas de medição de audiências: o poder de atração da televisão consiste em congregar de forma pontual a toda a família – e a milhões de pessoas – a acompanhar conteúdos e eventos de especial transcendência momentânea, como, por exemplo, a estréia de um filhe ou um acontecimento esportivo, ou de forma contínua pelo sucesso de determinados programas – séries de televisão, concursos ou realitiesEntretanto, a chegada dos meios interativos foi capaz de romper esta experiência, estabelecendo novas regras.

Neste sentido, uma das mudanças mais radicais no acesso das crianças e jovens às mídias consiste na personalização do uso como experiência única e pessoal. A internet aparece concebida como um meio, um suporte para colocar em prática um uso mais individualizado. E é rapidamente adotado por uma geração radicalmente gregária pela importância que tem para as crianças e adolescentes a relação social com seus iguais. Cabe perguntar-se, então, como se resolve esse paradoxo: a internet isola as crianças e jovens? Existe para eles uma experiência em comum da mídia? É frequente que naveguem sozinhos? Como será possível a mediação familiar sem que os pais estejam presentes nos momentos de acesso? Com que frequência existe uma navegação em comum, entre pais e filhos? A resposta a estas e outras perguntas é transcendental para traçar o mapa de oportunidades e problemas que surgem ao redor da Geração Interativa.

Por meio dos resultados de duas perguntas contidas no questionário (feito projeto “Gerações Interativas na Ibero-América, desafios ducacionais e sociais”), chegou-se a algumas conclusões interessantes. 

De maneira geral, no caso de internautas precoces, mais de um terço (40%) reconhece que navega sem a companhia de outras pessoas: "Navego sozinho", é a opção mais reconhecida. Por outro lado, a opção de navegação conjunta admite várias possibilidades: para dois de cada oito, consiste em navegar com amigos ou irmãos; próximo desse número se encontram os casos de navegação junto com professores ou com a mãe, 22% e 20%, respectivamente; por último, atinge uma frequência menor a possibilidade de navegar junto com o pai (18%) ou com outras pessoas (13%). Nesta faixa etária, a navegação solitária cresce paulatinamente com a idade, diminuindo, ao mesmo tempo, a presença dos pais.Por sexos, não se apreciam grandes diferenças, salvo um ligeiro crescimento da navegação junto com a mãe no caso das meninas.

Os resultados definem a Geração Interativa brasileira como a mais solitária, opção reconhecida em mais da metade dos casos. Neste sentido, vai seguida pelo Chile e pela Venezuela, e se situam como os mais gregários as crianças e jovens colombianos: apenas 28% reconhecem navegar sozinhos na internet.

Navegar sozinho parece ser a forma mais frequente de utilizar a internet entre as crianças e jovens ibero-americanos. No entanto, esta situação não é única ou não se define como um requisito essencial para que esta atividade tenha tanto sucesso; na verdade é uma opção que indica autonomia e nem sempre isolamento, ao ser compatível com situações de uso comum da rede.

Sendo assim, as pessoas do mesmo grupo são as mais idôneas para dividir a experiência de uma navegação em comum, principalmente no caso do Brasil e, em menor escala, na Argentina, Chile e Venezuela.

Retomando o assunto da mediação, a internet se tornou a nova praça pública, universal e globalizada, reflexo de tudo o que o ser humano é capaz de fazer, no melhor e no pior dos sentidos. Em vista da pesquisa realizada, é frequente ver perambulando pela praça pública virtual crianças e jovens sem nenhum tipo de companhia, sem possibilidade de uma mediação adulta diante de tudo o que existe nela: Argentina, Colômbia e México são um bom exemplo deste fenômeno, enquanto o Peru, Brasil e Venezuela são os lugares com maior implicação dos pais no uso conjunto da rede, lugares onde também existem os maiores percentuais para o caso "Navego com minha mãe".

Algo semelhante ocorre com professores como guias para orientar os internautas na internet: os docentes do Brasil, Colômbia ou Peru são os que mais se implicam em uma navegação conjunta, embora isso ocorra em uma quarta parte dos casos, na melhor das situações.

Principais atividades na internet

Comunicar. A relação social aparece como finalidade principal. O meio idôneo está constituído pelo uso do Messenger, que com 70% vai por diante na classificação de serviços mais utilizados pela Geração Interativa; trata-se de uma comunicação síncrona, em tempo real, com pessoas ou grupos previamente selecionados. Por idades, sua utilização cresce a partir dos 12 anos e tem maior repercussão entre as meninas, com 66% de uso, do que entre os meninos, com 61%.

Outro recurso amplamente utilizado é o correio eletrônico. Seu caráter assíncrono não é obstáculo para que seja utilizado por 62% dos participantes. Uma vez mais, é a partir dos 12 anos quando a utilização se generaliza e existe uma maior preferência entre as meninas: 66%, contra 57% dos meninos. Em terceiro lugar, 24% utilizam a rede como meio para envio de mensagens de texto (torpedos). Por último, dois de cada dez participantes afirmam que batem papo em salas de chat. Por idade e sexo, existe uma incidência ligeiramente maior entre meninos a partir dos 15 anos.

Conhecer. A internet constitui o meio de informação mais poderoso que a humanidade jamais teve: calcula-se que de janeiro a março de 2008 foram criadas na internet 4,5 milhões de novos sites na rede (pesquisa realizada pela Netcraft, em março de 2008, na qual trabalharam com 162.662.052 entradas). A possibilidade de navegar pelo ingente oceano digital é aproveitada por 59% dos estudantes, através da pesquisa de conteúdos alojados na World Wide Web.

Como fruto desta atividade, seis de cada dez também reconhecem a utilização de serviços que lhes permitem baixar músicas, filmes, programas informáticos e outros serviços.

Compartilhar. A internet se configura como sendo um recurso de relação: o internauta, além de receptor e meio, pode ser simultaneamente emissor de conteúdos. Neste sentido, 43% dos participantes afirmam utilizar serviços de compartilhamento de fotos e vídeos, através de plataformas como Youtube ou Flickr. Além destas, uma forma nova de compartilhar interesses e manter relações está formado pelo fenômeno das comunidades, onde participam 13%,
com um ligeiro predomínio dos meninos comparado com as meninas.

Divertir-se. A realidade poliédrica da internet permite descobrir uma de suas facetas mais atraentes para a Geração Interativa: o componente lúdico. Por um lado, 43% reconhecem que utilizam a internet para atividades de jogos online, com clara preferência masculina: cinco de cada dez meninos utilizam serviços de jogos em rede, o que ocorre a um terço, no caso das meninas.

Por outro lado, a internet proporciona momento de lazer como suporte para serviços de rádio ou televisão digital; seu uso entre a Geração Interativa não é muito frequente –8%, no caso da televisão
e 11% para o rádio– mas indica uma realidade com tendência clara a aumentar no futuro.

Consumir. Por último, a rede serve como plataforma para adquirir inúmeros produtos e serviços. Logicamente, esta possibilidade não é muito frequente entre as crianças por causa das exigências peculiares das transações comerciais via internet: registro de dados pessoais, pagamento com cartão de crédito, etc. No entanto, apesar dessas condições, 6% dos participantes utilizam a internet para comprar.

O papel da família


Apesar da autonomia da Geração Interativa com relação à rede e da escassa implicação dos pais, como companhia ou como referência educativa no uso da internet, podemos afirmar que existe certo critério entre as crianças e jovens. Neste sentido, na pesquisa realizada são abordadas duas questões:em primeiro lugar,a existência de comportamentos de mediação familiar que sejam percebidos pelas crianças e jovens, tais como:a navegação em companhia, o interesse pelas atividades praticadas na rede, a comprovação posterior das páginas navegadas,entre outros; em segundo lugar, interroga-se sobre o grau de restrição parental em determinadas questões como dar informação pessoal, fazer compras on-line, baixar arquivos, bater papo em salas de chat, assistir a filmes ou ver fotos,etc.

O Gráfico abaixo resume os resultados globais relativos à questão:«O que seus pais fazem enquanto você está conectado à internet?» 
Ausência de mediação. Pouco mais de um terço da Geração Interativa afirma que, durante seus momentos de navegação na internet, não existe qualquer ação ou interesse dos pais. Esta percepção é feita tanto por meninos quanto por meninas, e aumenta consideravelmente com a idade até situar-se, para os adolescentes, em percentuais de chegam a 50%.

Mediação ativa. Implica certo grau de intervenção dos pais durante os momentos de navegação das crianças e jovens. A forma mais difundida e reconhecida entre a Geração Interativa consiste na resposta de 46% à opção "Meus pais me perguntam o que eu estou fazendo enquanto estou conectado à internet". 27% reconhecem um passo a mais na tarefa educativa de seus pais, e afirma que «Fazem vista grossa», fato mais frequente entre as meninas. Longe destas possibilidades, surgem comportamentos mais ativos como «Eles me ajudam» (9%), "Eles se sentam comigo" (7%) ou "Fazemos coisas juntos" (9%). Também parece que não é frequente a presença dos pais no mesmo lugar onde os filhos navegam. A variável em função do sexo traz pouca diferença na percepção dos comportamentos enumerados. Logicamente, a idade se correlaciona de forma positiva nas pautas de mediação parental,aumentando a probabilidade segundo diminui a idade.

Mediação passiva. Em algumas ocasiões, pais e mães realizam uma mediação ou revisão educativa a posteriori relacionada com os sites e comportamentos de seus filhos como internautas. 5% dos participantes sabem que seus pais revisam os lugares pelos quais navegaram e outros 5% afirmam que seus pais têm acesso às suas

mensagens eletrônicas.
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O computador da escola não é usado


Estudo revela que a infraestrutura de tecnologia nas escolas corre à frente da formação de professores para o uso adequado dela


A Fundação Victor Civita, em parceria com o Ibope Inteligência e a LSI-TEC, realizou pesquisa sobre o uso da informática na escola pública das capitais brasileiras. Foram ouvidos representantes de 400 escolas de todas as regiões do país. Os dados revelam, entre outras conclusões, que a falta de equipamentos já não é mais o grande problema. O fundamental é promover a formação dos professores para que elels saibam usar a tecnologia com foco na aprendizagem dos conteúdos.











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Guia para o Uso Responsável da Internet


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